Aprende que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não para para que o consertes, e aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia, nem sempre significa segurança.
Os beijos não são contratos e presentes, não são promessas.
Começa a aceitar tuas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com tristeza de uma criança.
O importante não é o que você tem na vida, mas quem Você tem na vida.
E lembra que a paciência requer muita prática e que o tempo, não é algo que possa voltar para trás.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Tristeza
Eu estou triste
calada, perdida na conversa dos outros
pensativa, distante e triste,
tristemente triste
Meu corpo tenso
reflecte no meu rosto
um "não sei que" de dor
Não dor que doi,
mas que se sente.
Meus olhos olham pensamentos
e não gosto do que vejo pois
não se iluminam de alegrias.
Falando, a minha boca hesita e
gostaria possivelmente de dizer alguma coisa.
Meu coração é grande,
cabe um mundo de amor
e desejos incomensuráveis.
Vai-se abrir, talvez um dia
não sei!mais e mais
e voltar a sentir-me feliz.
calada, perdida na conversa dos outros
pensativa, distante e triste,
tristemente triste
Meu corpo tenso
reflecte no meu rosto
um "não sei que" de dor
Não dor que doi,
mas que se sente.
Meus olhos olham pensamentos
e não gosto do que vejo pois
não se iluminam de alegrias.
Falando, a minha boca hesita e
gostaria possivelmente de dizer alguma coisa.
Meu coração é grande,
cabe um mundo de amor
e desejos incomensuráveis.
Vai-se abrir, talvez um dia
não sei!mais e mais
e voltar a sentir-me feliz.
s/título
Tu cego
que estendes
a mão
pedindo esmola
em cada esquina
não vês o sol
mas a tua alma é pura.
Tu cego
que pedes esmola
não estejas triste
pois vale mais ser cego
que ver a miséria
que vai no mundo
que estendes
a mão
pedindo esmola
em cada esquina
não vês o sol
mas a tua alma é pura.
Tu cego
que pedes esmola
não estejas triste
pois vale mais ser cego
que ver a miséria
que vai no mundo
terça-feira, 3 de novembro de 2009
A Mulher e o sino
O silêncio do Templo mistura-se com o silêncio da prece,
que assim rezada de fé e ardor misturada, leva como um hino, cantando hosanas nas alturas.
Havia as velas, o altar e um crucifixo atentos, e uma mulher soluçando seus lamentos.
Murmúrios tristes e palavras ditas, um pouco loucas, contam mil desditas.......
eu pecadora, oh! Deus que estais no Céu ouvi e ajudai esta pobre ré.
O sino triste bate, bate novamente, a mulher escuta e grita fortemente:
Cala-te sino! porque cantas? estou tão só e a tua voz pungente me atordoa
e faz parar a minha mente....
o som do sino ecoa com mais força....
e a mulher olha, vê escuta e grita:
és o satã matando-me a alma?
és lúcifer tirando-me a calma?
roubas-me tudo e minha fé voa contigo e não a sinto mais....
cala-te, cala-te pois a minha vida finda.
Cai no chão, soluça baixinho e a sua mente, já não tão ardente finda aos pouquinhos.
Bem junto a si, o som do sino, latente
a morte então a leva simplesmente....
e o sino cessa sem tocar contente.
P.S: - HOMENAGEM
que assim rezada de fé e ardor misturada, leva como um hino, cantando hosanas nas alturas.
Havia as velas, o altar e um crucifixo atentos, e uma mulher soluçando seus lamentos.
Murmúrios tristes e palavras ditas, um pouco loucas, contam mil desditas.......
eu pecadora, oh! Deus que estais no Céu ouvi e ajudai esta pobre ré.
O sino triste bate, bate novamente, a mulher escuta e grita fortemente:
Cala-te sino! porque cantas? estou tão só e a tua voz pungente me atordoa
e faz parar a minha mente....
o som do sino ecoa com mais força....
e a mulher olha, vê escuta e grita:
és o satã matando-me a alma?
és lúcifer tirando-me a calma?
roubas-me tudo e minha fé voa contigo e não a sinto mais....
cala-te, cala-te pois a minha vida finda.
Cai no chão, soluça baixinho e a sua mente, já não tão ardente finda aos pouquinhos.
Bem junto a si, o som do sino, latente
a morte então a leva simplesmente....
e o sino cessa sem tocar contente.
P.S: - HOMENAGEM
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