Mudei a minha vida, o lugar onde vivi tantos anos, deixei-o e também me afastei de algo
que me fazia sofrer, pois estando tão perto a distância era muita.
Não sei como será a minha nova vida, mas estou cheia de esperança que seja melhor
embora a saudade essa continua.
Estou vivendo o resto dos meus dias vendo dois anjos que chegaram à pouco tempo
que já me dão sorrisos e gostaria de viver para ouvir aquilo que já não ouço há muito
AVO.
domingo, 6 de novembro de 2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
sábado, 7 de maio de 2016
HOJE NÃO.........
Hoje não quero chorar
Pois Deus na sua grandeza te deu, com toda certeza
No dia em que tu nascias
Presente melhor que o meu
Disseram-me, os que te viram
que foste rosado
assim com um lindo cravo
desabrochando ao nascer
Para a vida os olhos abriste
e feliz foste, pois viste
em poucas horas apenas, este mundo sem sxabor
E quando os olhos fechaste
e para um outro olhaste
admiraste venturas num mundo só de amor
Hoje não quero chorar
Pois Deus na sua grandeza te deu, com toda certeza
No dia em que tu nascias
Presente melhor que o meu
Disseram-me, os que te viram
que foste rosado
assim com um lindo cravo
desabrochando ao nascer
Para a vida os olhos abriste
e feliz foste, pois viste
em poucas horas apenas, este mundo sem sxabor
E quando os olhos fechaste
e para um outro olhaste
admiraste venturas num mundo só de amor
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Entardece.......
Sob o suave céu de papaia
atravessando por breves filamentos de alvo cinza.
Entardece....
e o mar longíquo, pardo de tristeza,
murmura, na calmaria,
após mais um activo dia empenhando
na concretização dos divinos planos de Neptuno.
Entardece...
ante os meus olhos cansados,
passam imagens do pretérito;
e entristeço, vislumbrando a contestação da maré
que me esvazia o pensamento.
Entardece...
a suave cor de papaia com filamentos prateados
reflecte-se agora no meu corpo nu
e as alvas aves desfilam, num ritual de despedida.
Entardece......
......também em mim.
Sob o suave céu de papaia
atravessando por breves filamentos de alvo cinza.
Entardece....
e o mar longíquo, pardo de tristeza,
murmura, na calmaria,
após mais um activo dia empenhando
na concretização dos divinos planos de Neptuno.
Entardece...
ante os meus olhos cansados,
passam imagens do pretérito;
e entristeço, vislumbrando a contestação da maré
que me esvazia o pensamento.
Entardece...
a suave cor de papaia com filamentos prateados
reflecte-se agora no meu corpo nu
e as alvas aves desfilam, num ritual de despedida.
Entardece......
......também em mim.
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