Ao estrondo súbito seguiu-se, em desatino
grande corisco riscando o céu divino
Coberto por grossas nuvens enlutadas
dum negro denso, anunciando pragas
O vendaval dançava louco a dança
envergando as matas de esperança
retorcidas, coitadas. até ao chão
em atitude súplice, de perdão
A chuva grossa, impiedosa e farta
caiu molhando a terra apavorada
e chorava, chorava muito e tristemente
ensopando o campo forte, loucamente.
Hulmide, triste, pálida,com a voz entrecortada
soluça baixo a flor angustiada
pedindo a Deus do céu divino...
terminai Deus, com este destino.
Neste momento só me lembrei deste poema para acalmar a tempestade, pedindo que o Sol volte a brilhar.Há sempre esperança..........
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